Correspondência

Porque esta ajuda é uma ajuda com rosto, e porque há que combater o esquecimento a que a distância considerável está sempre pronta a tentar-nos, a Helpo potencia uma aproximação dos padrinhos aos seus afilhados e comunidades apoiadas através do envio de correspondência e bens.

O envio e recepção desta correspondência alimenta uma relação de esperança e consubstancia a presença dos padrinhos aos olhos das crianças e comunidades. Não se pretende, através das lembranças enviadas, criar um impacto fundamental na vida destas crianças (papel confiado às intervenções e distribuições regulares da Helpo nas comunidades, traduzindo as contribuições dos seus padrinhos), mas apenas relembrar que para alguém que segue o seu percurso de vida, são especiais.

Trimestralmente (Março, Junho, Setembro e Dezembro) os padrinhos podem enviar uma carta, postal ou fotografia aos seus afilhados e semestralmente (Março e Setembro) poderão enviar um pequeno presente (o correspondente a um envelope tamanho L dos CTT) para a criança que apoiam. Caso o tamanho do envelope exceda o previsto e não seja possível o envio total dos bens, o excedente será reencaminhado no envio posterior.

Solicitamos que não envie brinquedos/equipamentos elétricos ou a pilhas, produtos alimentares e líquidos.

O envio tanto da correspondência como dos bens, deverá ser efectuado para a sede da Helpo em Portugal até ao dia 10 do mês correspondente ao envio e a Helpo reencaminha para o terreno ao dia 15 desse mesmo mês.

O envio de um contentor anual (último trimestre do ano) promove a distribuição de bens junto dos beneficiários do programa, permitindo o acesso a bens de necessidade básica, como material escolar, livros, bens de higiene, material didáctico, entre outros, fruto das campanhas de recolha de bens desenvolvidas pela Helpo ou doações de entidades e particulares. Neste envio os padrinhos são incentivados, através de orientações da Helpo, a contribuir com a quantidade que lhes seja possível, com material essencial ao desenvolvimento e bem-estar das comunidades mas que muitas vezes é inacessível ou inexistente nos contextos de terreno.