Testemunhos

Vários são os padrinhos que utilizam as ferramentas ao seu alcance no seu dia-a-dia para deixarem uma marca positiva no mundo que os rodeia. Aqui ficam alguns exemplos dessa disponibilidade e criatividade para apoiar, e também a prova de que está ao nosso alcance dar pequenos passos de gigante rumo a um mundo humano. Sinta-se desafiado e conheça aqui algumas das histórias que nos fazem sorrir.

Maria João Rebelo, Lisboa  (relativo à sua viagem a Moçambique, 2015)

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“A viagem até ao outro lado da Helpo em S. Tomé e Príncipe foi muito especial por várias razões. Parti em busca de aventura por um pequeno paraíso perdido na Linha do Equador e para conhecer o Leo, afilhado do meu irmão e cunhada”

Ana Raquel Rocha, Lisboa  (relativo à sua viagem a Moçambique, 2015)

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“O Klyson entrou na minha vida através de uma carta dos CTT. Na fotografia que me enviaram deveria ter uns 6 meses, pois já se sentava. Durante estes quase 3 anos recebi notícias dele através de carta. Na era da tecnologia, na qual tudo é descartável, uma missiva é uma raridade. Conheci o Klyson e a sua família no primeiro dia da minha viagem. Recordo com todo o carinho e já com alguma saudade, os olhos curiosos da Kani, enquanto subia as escadas do Centro Social de Apoio à Infância de Ribeira Afonso e o olhar envergonhado do Klyson, como que a dizer “Quem são estas pessoas e o que estão aqui a fazer?”

Bruna Benido e Miguel Jarimba, Lisboa  (relativo à sua viagem a Moçambique, 2015)

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“Conhecer a família do Arlindo, é conhecer esta grande família que é a Helpo.
Sentir o amor com que as Irmãs Pastorelas acolhem diariamente centenas de crianças, é ver a Helpo de mangas arregaçadas no terreno, é ver a dedicação e o profissionalismo com que a Sílvia veste todos os dias a camisola”

Nélida Silva, Azeitão  (relativo à sua viagem a Moçambique, 2014)

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“Passado quase um ano, por feliz acaso, tomei conhecimento da existência da Associação Helpo, com a qual me pus em contato para o mais rápido possível conseguir apadrinhar uma criança em São Tomé e por arrasto, outra em Moçambique.
Desde essa altura que o meu sonho era voltar a São Tomé e verificar no terreno até que ponto o contributo dos padrinhos estaria a beneficiar as crianças apoiadas pela Associação.
Apenas este ano me foi possível realizar o sonho de voar novamente para este país e conhecer a criança que apadrinhara.”

Isabel Worm, Colares  (relativo à sua viagem a Moçambique, 2014)

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“Saímos bem cedo, a Ondina e eu, e com farnel para ‘matar o bicho’ (uma das coisas que me impressionou, foi ver como é respeitado cada ‘tostão’ pela equipa que todos os dias dá o tudo por tudo naquela terra). Almoçar fora é mais caro, por isso levam-se umas sandes e água de casa, para a viagem (não passei fome, é preciso dizer, mas que os gastos são muito contidos, ai isso são!!). Tinha este dia planeado desde muito antes de partir, pois ao saber que a minha afilhada era de Munimaka, a Ondina disse logo, e ainda em Cascais: “Então vais conhecê-la no dia 5 de fevereiro”.

Andreia Simão, Luanda  (relativo à sua viagem a São Tomé e Príncipe, 2013)

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Fomos a São Tomé e não voltamos os mesmos.